Cartilha Antipirataria

Clique aqui, para ter acesso ao conteúdo da Cartilha Antipirataria lançada pela CBDL em setembro do ano passado. Com texto simples e objetivo, a cartilha responde o que é, e como reconhecer um produto pirata. Além disso, informa sobre as consequências para quem pratica estes atos e o que fazer para denunciá-los.

 

 

SUS incorpora stent farmacológico para prevenir DAC

Indicado para os portadores do diabetes ou com lesões dos vasos finos, o stent farmacológico será disponibilizado na rede pública de saúde, conforme informou, no início dessa semana, o Ministério da Saúde. A aprovação para que o dispositivo seja incorporado às tecnologias oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ocorreu após uma avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (Conitec) – a expectativa do Ministério da Saúde é de que o método beneficie, anualmente, até 38 mil pacientes.

O stent farmacológico previne, de forma mais eficiente, a Doença Arterial Coronariana (DAC), principal responsável pelos infartos do miocárdio. A DAC é responsável pela obstrução dos vasos sanguíneos que levam sangue e oxigênio ao coração. “Os pacientes com diabetes têm maior risco de desenvolver a DAC e para eles percebe-se um grande benefício no uso do stent farmacológico. Também é possível constatar uma importante redução no fechamento da artéria do coração nesses pacientes”, explicou o coordenador de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin.

Os stents convencionais funcionam como molas que mantém a artéria desobstruída – no caso dos dispositivos farmacológicos, essas “molas” são revestidas com medicamentos que reduzem as chances de ocorrer novamente o estreitamento da artéria – as medicações são liberados nos 12 meses seguintes ao implante do stent. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 30% dos candidatos a receber um stent tem indicação para receber o dispositivo farmacológico.

Para que qualquer medicamento ou dispositivo de saúde seja incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS), eles precisam obedecer às regras da Conitec, que garantem a proteção do cidadão quanto ao uso e eficácia do medicamento, por meio da comprovação da evidência clínica consolidada e o custo-efetividade dos produtos. Após a incorporação, o medicamento ou tecnologia pode levar até 180 dias para estar disponível ao paciente. (Com informações do Portal da Saúde/Ministério da Saúde – 26.8.14)