| Menos dores da anemia falciforme |
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Amenizar os processos dolorosos decorrentes da anemia falciforme com o uso de células tronco é a meta do cientista sino-americano Lewis Hsu, hematologista e pediatra do Centro Médico da Universidade de Illinois, que está desenvolvendo uma etapa de seu trabalho no Hemocentro da Unicamp, em Campinas. Reconhecido mundialmente pela pesquisas na área, o especialista está testando o uso das células Estaminais Mesenquimais (Mesenchymal Stem Cells- MSC) em camundongos. Hsu acredita que o uso desse tipo de célula no tratamento de humanos possa deixar o processo infeccioso em níveis mais aceitáveis. “Nos casos do traço falciforme, inflamações simples podem ficar fora de controle, especialmente nos pulmões porque doenças respiratórias são transmitidas facilmente”, explicou. A presença do especialista no Hemocentro justifica-se porque às pesquisas clínicas realizadas por ele e sua equipe em Ilinonis pode se somar os estudos laboratoriais desenvolvidos na Unicamp (liderados pelos professores Fernando Ferreira Costa, Sara Terezinha Saad e Nicola Conran Zorzetto) sobre a doença e que tiveram, recentemente, repercussão mundial. Doença genética e hereditária, a anemia falciforme está presente com maior freqüência na população de origem africana. É provocada por uma alteração genética na hemoglobina que leva à deformação das hemácias. O bloqueio do fluxo sanguíneo e a falta de oxigenação nos tecidos dos doentes causam dores que os pacientes relatam serem mais intensas que as de uma fratura óssea. (Com informações da Unicamp – 22.01.12)
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