Cartilha Antipirataria

Clique aqui, para ter acesso ao conteúdo da Cartilha Antipirataria lançada pela CBDL em setembro do ano passado. Com texto simples e objetivo, a cartilha responde o que é, e como reconhecer um produto pirata. Além disso, informa sobre as consequências para quem pratica estes atos e o que fazer para denunciá-los.

 

 

Menos dores da anemia falciforme

Amenizar os processos dolorosos decorrentes da anemia falciforme com o uso de células tronco é a meta do cientista sino-americano Lewis Hsu, hematologista e pediatra do Centro Médico da Universidade de Illinois, que está desenvolvendo uma etapa de seu trabalho no Hemocentro da Unicamp, em Campinas. Reconhecido mundialmente pela pesquisas na área, o especialista está testando o uso das células Estaminais Mesenquimais (Mesenchymal Stem Cells- MSC) em camundongos. Hsu acredita que o uso desse tipo de célula no tratamento de humanos possa deixar o processo infeccioso em níveis mais aceitáveis.  “Nos casos do traço falciforme, inflamações simples podem ficar fora de controle, especialmente nos pulmões porque doenças respiratórias são transmitidas facilmente”, explicou.  A presença do especialista no Hemocentro justifica-se porque às pesquisas clínicas realizadas por ele e sua equipe em Ilinonis pode se somar os estudos laboratoriais desenvolvidos na Unicamp (liderados pelos professores Fernando Ferreira Costa, Sara Terezinha Saad e Nicola Conran Zorzetto) sobre a doença e que tiveram, recentemente, repercussão mundial.  Doença genética e hereditária, a anemia falciforme está presente com maior freqüência na população de origem africana. É provocada por uma alteração genética na hemoglobina que leva à deformação das hemácias. O bloqueio do fluxo sanguíneo e a falta de oxigenação nos tecidos dos doentes causam dores que os pacientes relatam serem mais intensas que as de uma fratura óssea.  (Com informações da Unicamp – 22.01.12)