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Já está disponível no site da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, CBDL (www.cbdl.org.br), a cartilha antipirataria elaborada pela entidade em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Lançada aos associados da entidade durante o 44º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC), em setembro passado, o texto da cartilha, agora acessível a todos, explica o que é, e como reconhecer um produto pirata. Mostra ainda, as consequências desta prática e orienta o que fazer para denunciá-la. De acordo com Liliana Perez, presidente da CBDL, entidade que reúne mais de 40 empresas do setor de diagnóstico in vitro, no setor saúde, a falsificação de medicamentos tem sido prática comum, com o anúncio freqüente de apreensões feitas pela Polícia Federal. Agora, a área de diagnóstico in vitro também tem sido vítima de um problema muito semelhante. A dirigente explica que “são equipamentos sem comprovação de registro na Anvisa ou sem autorização da empresa detentora do registro que entram no país via importação paralela, e que podem prejudicar o paciente, uma vez que, sem contar com peças originais ou assistência técnica do fabricante, podem gerar exames com resultados distorcidos ou imprecisos.” Liliana comenta que, embora não existam números sobre a pirataria neste segmento, a prática tem se intensificado, o que levou a CBDL a formar um grupo de trabalho que já reuniu material extenso sobre os danos e riscos que tal comércio irregular e ilegal tem causado, não apenas ao mercado, mas principalmente aos usuários. Ela lembra que hoje, muitos laboratórios acabam iludidos por baixos preços e falsas promessas que, no final, não se cumprem, causando transtornos a eles próprios, aos fabricantes e, indiretamente, insegurança aos pacientes. “O conteúdo da cartilha está alinhado com as campanhas antipirataria promovidas pela Anvisa e pelo Ministério da Justiça”, finaliza Liliana. Fonte: Liliana Perez
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